Fanboys é uma comédia que conta a história de cinco amigos apaixonados por Star Wars que decidem ir ao Rancho Skywalker, que fica do outro lado do país, com o objetivo de roubar uma cópia de Star Wars - Epsode I antes da estréia. A viagem é motivado pelo fato de um deles descobrir que está com câncer terminal e provavelmente vai morrer antes da estréia.
Já faz um bom tempo que o trailer dessa pérola saiu, mas o filme não chegou a estrear no cinema e foi adiado para 2008. O diretor Kyle Newman disse que houve um bom motivo para isso: A MGM colocou mais grana na produção. Com isso será possível filmar algumas cenas que não entraram antes por falta de grana e quem viu o trailer como eu já sabe o que pode esperar.
Essa semana foi divulgado o primeiro poster oficial sobre o filme que vocês podem conferir na foto desse post.
Outra notícia bacana sobre o filme é a possível participação do nerd master, Kevin Smith.
Amanhã, dia 16 de maio, a cantora americana Norah Jones estará na 60ª edição do Festival Internacional de Cinema de Cannes, onde o primeiro filme em inglês de Wong Kar Wai, conhecido diretor chinês, abrirá o evento.
Em sua estréia como atriz, a cantora participou como a personagem principal e trabalhou com um grande elenco, que inclui David Strathairn (Boa Noite e Boa Sorte), Rachel Weisz (Jardineiro Fiél), Jude Law e Natalie Portman (ambos de Closer).
My Blueberry Nights foi rodado em Nova York, Memphis, Nevada e na lendária Rota 66 e traz uma história intimista de amor e descobertas. Ele estréia nos cinemas norte-americanos em junho, sem data prevista para o Brasil.
A jovem cantora atualmente está encerrando sua turnê canadense de seu mais recente trabalho, Not Too Late, e em junho começa a turnê americana. Após terminar esta fase, ela seguirá para uma série de show na Europa, que deverão ocorrer entre julho e agosto.
Pete Doherty, vocalista do Babyshambles, parece não se cansar de causar polêmicas.
O ex-vocalista do The Libertines anunciou que vai fazer uma exposição de alguns dos seus quadros no London's Bankrobber Gallery a partir do dia 15 de maio.
Nada mais natural um artista querer exibir os seus trabalhos, certo? Sim, porém não se tratam de quadros comuns, para realizar suas pinturas ele teve que literalmente dar o sangue. Sim, é isso mesmo que você está imaginando, suas 14 pinturas foram produzidas usando apenas uma caneta, pincel e o seu próprio sangue.
Seus trabalhos incluem uma porção de auto-retratos como a obra 'Number 3 on the Twos' que retrata um prisioneiro mentindo em sua cama numa cela de uma prisão.
Os fãs poderão levar pra casa uma de suas pintura, assinada à sangue é claro, por uma bagatela inicial de 2.500,00 euros...
Nesta semana o baixista da banda britânica New Order anunciou o fim do grupo.
Em nota publicada na página de Peter Hook do site MySpace, ele diz estar aliviado por não precisar mais carregar um segredo e fingir que tudo estava normal. Ainda afirma que agora é momento de seguir adinate.
Ele revelou o rompimento da banda durante uma entrevista para uma rádio de Manchester.
Peter Hook e Bernard Summer trabalhavam juntos desde a década de 70, quando fundaram o extinto Joy Division, um dos grandes ícones do pós-punk, junto com Ian Curtis.
Depois do suicídio de Curtis em 1980, a dupla se juntou ao baterista Stephen Morris e formaram o New Order com Gillian Gilbert nos teclados.
A banda que é uma das principais referências da new age, teve seu disco de estréia lançado em 81 e após ele, diversos outros trabalhos da banda foram verdadeiros sucessos. Blue Monday, faixa de Power, Corruption and Lies, é o single de maior duração que já alcançou as paradas britânicas. Além de ultrapassar 1 milhão de cópias, ela é considerada uma das mais importantes músicas para a cena eletrônica dos anos 80.
Na década de 90, com os projetos paralelos dos integrantes, a banda ficou menos produtiva. O último álbum lançado, Waiting for the Siren´s Call, alcançou a 46ª posição nas paradas dos EUA em 2005.
Em 1967, na sempre efervescente Paris, um cara que se definia como um “doutor em nada” lançou um dos mais polêmicos e aterrorizantes livros do século passado: A Sociedade do Espetáculo (La Société du spectacle).
Guy Debord, o tal do doutor em nada, foi o responsável por uma densa teoria que critica, entre outras coisas, o “espetáculo” propiciado pelos meios de produção modernos, a economia, a política e principalmente pelos meios de comunicação em massa.
Como agitador social e líder do Movimento Internacional Situacionista, fundado na Itália, e que ganhou maior visibilidade em maio de 1968, ano da grande greve, foi um grande observador da sociedade como um todo, tratando de temas que vão desde as relações de trabalho até a produção cultural da época.
Foi um grande contestador, entusiasta revolucionário, que com sagacidade produziu uma obra devastadora. Sociedade do Espetáculo é um livro marco. Quem resolve encara-lo necessita de bastante paciência, uma vez que a tese é de difícil digestão e por que é, de fato, um assunto incômodo.
Debord traça com doses surreais o mundo em que vivemos (a afirmação é válida, apesar da “idade” do livro, já que a sociedade de consumo se intensificou daquele tempo para cá) e toda a farsa, que segundo ele, aliena, manipula e desumaniza os seres.
A imposição do consumo, razão de viver do capitalismo sobrepõe-se as relações humanas, ao pensar. Neste cenário, o que mais importa é ter, e não ser, tornando os objetos de consumo em seres que merecem contemplação. Assim, a publicidade, a comunicação, as ciências econômicas e etc, trabalham em prol de um mundo permeado pelas imagens, um mundo ilusório, que disfarça as grandes mazelas, ou “aquilo que somos”.
Esse mundo “fachada” em que vivemos constrói-se com a exploração dos indivíduos alienados, com a massa incapaz, devido à supressão do dia-a-dia, de questionar o que ocorre, tornando o atordoante quadro em algo natural.
O tempo, o conhecimento, a inteligência, o tempo livre são os grandes inimigos da Sociedade do Espetáculo. Para ela o importante é o comprar, o consumir, nunca o divertir, estudar, refletir....
Quem ganha com isso? Como sempre um pequeno grupo que detêm o poder, as informações, o capital. E o pior de tudo é que o autor não é nada otimista... Na parte final do livro, o próprio Debord, anos depois da publicação do livro, faz um comentário em que lê assume que a Sociedade do Espetáculo evoluiu de uma maneira tão centrada, que ela acabou por vencer os obstáculos que por ventura poderiam lhe causar problemas.
Guy Debord morreu em 1994, e sua morte foi pouco noticiada pela mídia de quem ele tanto falou. Em uma das teses, Debord afirma que, no Espetáculo, aquilo que não foi noticiado não existe. Ainda bem que seu livro ficou, senão ele seria mais dos tantos que inexistem nesse mundo.
A edição de 2007 do festival foi marcada pela segurança e tranqüilidade.
As novidades deste ano proporcionaram ao público, além de conforto, um contato maior com a natureza e um ar de renomados festivais internacionais.
Logo na entrada, era notória a falta de filas e tumultos. Diante dos 140 mil metros do Espaço Skol Beats, não havia dificuldade no acesso e na limpeza dos banheiros, na compra de bebidas e comidas e nem aglomerações dentro das próprias tendas. Uma imagem bem distinta do evento no ano anterior.
Além do reforço na segurança, a organização do evento também apostou num número maior de funcionários responsáveis pela limpeza, que se espalhavam pela área garantindo a higiene do local.
O evento, que ocorreu pela primeira vez em dois dias, 04 e 05/05, reuniu cerca de 39,6 mil pessoas, pouco mais da metade do público de 2006. Fato que proporcionou um maior controle da organização e diversão para quem foi prestigiar o evento.
Com relação à música, sem nenhuma grande atração, o público contou com grandes performances de DJs e duos conhecidos da música eletrônica.
A tenda Skol Live Stage ferveu em diversos momentos, principalmente com a passagem do quarteto The Cuban Brothers que agitaram com suas coreografias e cativaram a platéia ao som de ‘All Night Long’ de Lionel Richie. Logo depois com a entrada do grupo curitibano Bonde do Rolê, que mistura batidas do funk carioca com samplers do rock oitentista, o público conferiu uma apresentação marcada pelo erotismo da vocalista Marina Ribatski.
O destaque da tenda DJ Marky and Friends foi DJ Andy, porém o próprio Marky não deixou a desejar e levou o público ao delírio em suas duas apresentações e incluiu novos sucessos como ‘Open Your Eyes’ do Snow Patrol.
Na outra tenda, Terra The End, o auge foi a apresentação do francês Laurent Garnier, que lotou a área durante as três horas que comandou as pickups e até ganhou aplausos calorosos da platéia. Outro destaque também foi a Miss Kittin, aguardada pelos presentes, conquistou com sua performance marcada por vocais sintetizados.
Já na manhã de domingo, o público ainda dançava diante do DJ Murphy, que encerrou o festival sob um céu azul e sol forte.